Club Med Quebec Charlevoix é o village de montanha do grupo no Canadá. Fica em Petite-Rivière-Saint-François, na estação Le Massif. Floresta boreal, neve seca, vista para o rio St. Lawrence.

O recorte é para quem já esquia e quer sair dos Alpes. Estreia, não. A porta de entrada continua sendo Val Thorens.

O custo escondido não é a montanha. É o papel. A maior parte dos brasileiros precisa de visto de visitante para o Canadá.

De Sorocaba, o voo sai de Guarulhos ou Viracopos. Passaporte em todos os casos. Se ninguém no grupo tem caminho de eTA nem disposição para o visto, Quebec sai da lista. Tignes resolve a neve all-inclusive na Europa, sem essa etapa.

O Ski Pass entra na tarifa. O aluguel de equipamento, não. O mapa está em Club Med Ski.

Club Med Quebec vale a pena para brasileiro?

Vale se o que você quer é o Canadá, não só a pista. Paisagem boreal, vilarejo, um circuito que não é os Alpes Franceses. O village entrega o all-inclusive. O Le Massif entrega o desnível até quase o nível do rio.

Quem quer só evoluir na técnica ganha pouco com Quebec em relação a Tignes. Em Tignes o voo é mais curto. E não há visto canadense no caminho.

Não vale quando a documentação trava. Também não vale se a expectativa é a estreia na neve. Esse recorte está em primeira vez na neve com Club Med.

Preciso de visto para o Club Med Quebec?

Sim, na maior parte dos casos. Brasileiro não está isento. O caminho padrão é o visto de visitante (TRV), pedido ao governo do Canadá.

Existe eTA, autorização eletrônica. Só se as três condições fecharem juntas. Voo para um aeroporto canadense. Estadia temporária. Visto de visitante canadense nos últimos 10 anos, ou visto americano de não imigrante válido no dia em que você pede a eTA. Sem isso, eTA não substitui o visto. Entrada por terra, ônibus, trem ou navio pede o visto, mesmo para quem seria elegível à eTA no avião.

Quem já tem visto canadense válido viaja com ele até vencer. Não precisa emitir eTA por cima.

A regra muda. A Avalon X confirma a condição vigente na cotação, antes de emitir passagem. Não saia comprando aéreo no escuro. RG não basta. Nos villages do Brasil, basta. No Canadá, não.

O que está incluso (e o que fica de fora)

A base é a mesma dos villages de neve, confirmada com a operadora de acesso da Avalon X.

Entra na tarifa Fica de fora
Hospedagem, refeições e bebidas Aluguel de esqui ou snowboard, bota e capacete
Ski Pass para acesso às pistas Spa e excursões externas
Atividades e clube infantil Passagem aérea
Aulas em grupo no village Seguro viagem, direto na seguradora

O factsheet do Club Med coloca o village a 65 m na base da montanha. O domínio Le Massif sobe a 806 m. Transfer de cerca de 90 minutos a partir do aeroporto de Quebec. Cerca de 4 horas e meia a partir de Montreal. Preço do pacote sob consulta.

Sair para a cidade de Quebec ou para um passeio fora do village é excursão. Não entra na tarifa.

Quebec ou Tignes? Quebec ou Hokkaido?

Tignes, quando o que pesa é desafio nos Alpes e glaciar. Na documentação Schengen, brasileiro a turismo não precisa de visto para curta duração.

Hokkaido, quando o que pesa é neve pó e Japão. Também sem visto de turismo até 90 dias.

Quebec, quando o Canadá é a prioridade e a papelada fecha.

Os três pedem quem já esquia. Nenhum substitui Val Thorens na estreia. O comparativo por nível está em Club Med ski para quem já esquia.

Como a Avalon X faz essa curadoria

A Avalon X é agência consultiva de Sorocaba, independente. Cotamos Quebec Charlevoix via operadoras autorizadas. Não somos representantes, afiliados nem parceiros oficiais do Club Méditerranée.

A primeira pergunta é a documentação. Não a floresta. Sem visto ou eTA resolvido, não há village. Seguro de inverno sai direto na seguradora. Grade e quiz em clubmed.avalonx.com.br. Consultar.

Quer ver se Quebec fecha com o passaporte que vocês já têm? Fale com a nossa equipe pelo WhatsApp. A conversa começa pelo visto. Sem rodeio.